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Big techs crescem e contratam em meio à pior recessão

Big techs crescem e contratam em meio à pior recessão

As gigantes da tecnologia foram um dos setores mais resilientes durante a crise. As ações corresponderam: enquanto o principal índice da bolsa americana (S&P 500) amarga -11,4% no ano, o desempenho médio das FAAMG (Facebook, Apple, Amazon, Microsoft, Google) foi de +9,4%. Esse desempenho poderoso é explicado pelos resultados impressionantes do primeiro trimestre deste ano.

No Facebook, o lucro com propagandas cresceu 100% na comparação anual e o faturamento cresceu 9% de modo geral ano contra ano. O valor de mercado do Facebook atualmente é maior do que todas as 100 maiores empresas listadas na bolsa brasileira.

Já o Google superou as expectativas de receita com propaganda e o faturamento cresceu 14% na comparação anual. O CEO da empresa afirmou que “serviços estão sendo mais necessários do que nunca”. Vale lembrar que o Google tem em caixa US$117 bi de dólares– suficiente para comprar a Airbus e Boeing.

Na Amazon, a receita líquida com vendas cresceu 27%, apesar de o aumento de despesas durante a pandemia reduzirem o lucro. A Apple também não apresentou resultado surpreendente, mas dentro do esperado: com o fechamento das lojas, o lucro caiu 2,7%. De outro lado, a maçã ainda tem US$102 bi livres na conta– a segunda maior reserva de dinheiro entre empresas no mundo.

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Com esses fortes resultados, as big techs da bolsa americana continuam demandando colaboradores em um cenário em um país com 36 milhões de desmpregados. A Amazon contratou 175 mil funcionários para dar conta da crescente demanda. Juntos, Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google registravam 1,32 milhão de vagas de emprego em aberto no início de abril, contra apenas 96 mil vagas no mesmo mês em 2016.

Fato é que o coronavírus acelerou fortemente a transformação digital nas empresas, e os empresários perceberam que estão sendo mais eficientes com o uso de tecnologia. As ‘big techs’ mostram que são à prova de crise — e que a transformação digital veio para ficar.

Empresas de tecnologia vão sair mais fortes da pandemia

A crise do coronavírus acelerou a construção de um novo normal, o virtual. Assim, as empresas de tecnologia ficam em maior evidência pela base tecnológica e a ampla capilaridade de distribuição, impulsionada pela grande competição por share de mercado torna os produtos mais eficientes.

O atual cenário promoverá a reestruturação iminente da ordem econômica global. Vemos em diversas países a presença, cada vez maior, das grandes empresas: a distribuição logística das grandes varejistas P2P e o consumo digital. O aumento da automação já estava ocorrendo antes do COVID-19 e foi impulsionado pela crise, pode impactar de 400 a 800 milhões de empregos em todo o mundo até 2030, segundo  o McKinsey Global Institute estimou.

Diversas empresas irão surgir nessas revoluções da cadeia de produção e consumo, cada vez mais específicas e resolvendo desafios, que talvez ainda nem existam. De fato, a descentralização da informação provocou um enorme estrondo nos últimos dez anos e possibilitou diversas revoluções. Agora vemos esse movimento sendo maturado e descentralizando indústrias por inteiro, gerando novas e melhores empresas e resultados.

Leia o artigo completo em https://apexpartners.com.br/2020/05/18/startups-pos-pandemia/

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Da Redação com informações da Folha Vitória

Sobre o Autor

Juliana Ribeiro

Com mais de 18 anos de atuação na área de Tecnologia da Informação, Juliana Ribeiro foi assessora e gerente em grandes organizações públicas e privadas. Foi membra da diretoria de várias entidades ligadas à gestão e empresários, como exemplo podemos citar: Coordenadora da Rodada de Negócios da BPW (uma associação internacional voltada para mulheres de Negócio). Possui nível superior na área de TI, pós-graduação e uma certificação reconhecida internacionalmente. É diretora de inovação do BizMeet – uma das principais referências em Tecnologia da Capital Federal. Como coordenadora deste Portal e Influenciadora Digital, já entrevistou lideranças nacionais. Além disso, ministra palestras e workshops focados no mercado de novas tecnologias e inovação. Congressos de renome mundial já receberam a palestrante.

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